Ambiente

Agravamento das condições meteorológicas para as próximas 48 horas

De acordo com a informação disponibilizada pelo Instituto Português do Mare da Atmosfera (IPMA), prevê-se para os dias 9 e 10 de fevereiro um agravamento das condições meteorológicas no distrito de Leiria.

São esperadas ondas de oeste/noroeste com 4 a 5 metros, no período entre 06h00 e as 18h00 de dia 09 de fevereiro, Ondas de oeste/noroeste com 5 a 7 metros, podendo atingir uma altura máxima de 10 a 12 metros no período entre 18h00 de dia 09 de fevereiro e as 09h00 de dia 10; e Ondas de noroeste com 4 a 5 metros, no período entre 09h00 e as 18h00U de dia 10 fevereiro.

Quanto ao Vento, soprará do quadrante oeste, com rajadas até 80 km/h, sendo até 110km/h nas terras altas no período entre 03h00 e as 18h00 de dia 9.

São esperados períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes forte e persistente, podendo ser acompanhados de trovoada no período entre 06h00 e as 12h00 de dia 09

Face à situação acima descrita, poderão ocorrer os seguintes efeitos:

  • Piso rodoviário escorregadio por eventual acumulação de gelo, neve e formação de lençóis de água;
  • Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;
  • Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;
  • Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;
  • Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, nomeadamente as verificadas em períodos de preia-mar, podendo causar inundações nos locais historicamente mais vulneráveis;
  • Possíveis acidentes na orlacosteira
  • Danos em estruturas montadas ou suspensas;
  • Possibilidade de queda de ramos ou árvores em virtude de vento forte, bem como de afetação de
  • infraestruturas associadas às redes de comunicações e energia;
  • Fenómenos geomorfológicos causados por instabilização de vertentes associados à saturação dos solos, pela perda da sua consistência.

O Serviço Municipal de Proteção Civil recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em
particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a observação e divulgação das principais medidas de autoproteção para estas situações, nomeadamente:

  • Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água e gelo nas vias;
  • Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
  • Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
  • Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando se possível a circulação e permanência nestes locais;
  • Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando se possível a circulação e permanência nestes locais;
  • Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima;
  • Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança,
  • Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes placards e outras estruturas suspensas;
  • Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a queda de ramos ou árvores, em virtude do vento mais forte.