Política

Centro Cultural da Nazaré regista um aumento de visitantes

O Centro Cultural da Nazaré (antiga lota) teve um crescimento de visitas durante o ano de 2017.

O registo de atividade deste centro de divulgação e promoção da cultura nazarena indica que 41.436 pessoas entraram no edifício com o objetivo de visitar as exposições temáticas (periódicas) e de obter indicações sobre a sua história e a relação com a comunidade piscatória.

A estatística indica, também, que o número de pessoas que procurou os conteúdos oferecidos ou expostos tem vindo a crescer anualmente. Em 2015 deslocaram-se ali 31.662 pessoas, e no ano seguinte 32.715 (2016), tendo o número voltado a subir em 2017, para 41.436.

A abertura do Centro Interpretativo do Museu (Vivo) do Peixe Seco, a 16 de dezembro de 2017, contribuiu para o aumento da sua oferta cultural e do número de entradas. 4.414 pessoas digiram-se ao local com o intuito exclusivo de consultar a história da secagem do peixe.

O Centro Cultural da Nazaré funcionou como Lota (local de venda e revenda de peixe) até à construção do Porto de Abrigo (1983). Passou a ser um espaço de exposições temporárias e de outras atividades culturais em 1995. 

Desde há cerca de 4 anos, sob a coordenação do Gabinete de Gestão do Património e Cultura da Câmara, tem vindo a desenvolver atividades ainda mais dirigidas ao património material e imaterial local. No campo da investigação, publicou: “Seca do Peixe: uma arte”; “500 Anos: Foral Manuelino da Pederneira – 1514-2014”; tem em curso o estudo para a criação do Centro de Interpretação da Pederneira) e realizou várias exposições temáticas, relacionadas com a preservação, promoção e divulgação das raízes culturais e históricas do concelho (como “Além Mar”, uma mostra sobre os marinheiros nazarenos na Marinha Mercante e a criação de um site próprio de referenciação dos naturais que se dedicaram a esta atividade profissional), assim como exposições que promovem as freguesias do concelho da Nazaré, de que é exemplo: “Entre a Terra e o Mar”.