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Visitas de turismo à Nazaré registaram nova subida em 2018

As visitas de turismo e de lazer à Nazaré voltaram a crescer. De 2017 para 2018, registou-se um acréscimo de 7.633 pessoas, em representação de 102 nacionalidades (dos 5 Continentes), nos Postos de Turismo do concelho, a que recorreram 43.559 cidadãos em busca de informações adicionais à sua estada.

Em termos globais, o Posto de Turismo do Mercado Municipal registou 22.972 visitas, e o do Sítio da Nazaré 20.587.

As principais nacionalidades que visitaram a Nazaré foram a França (28%); Espanha (22%); Portugal (11%); Brasil (6%); Alemanha (5%); Itália (4%); Canadá (3,5%) e Bélgica (3%), tendo Espanha; Brasil; Alemanha registado o maior aumento do lado da procura pela Nazaré.

Os portugueses continuaram a ser a terceira nacionalidade a visitar a Nazaré, e vieram, sobretudo, Lisboa (35%); Porto (13%); Leiria (12%); Braga (9%). De Espanha, chegaram visitantes das várias comunidades autónomas: Madrid (22%); Galiza (17%); País Basco (12%) e Castela & Leão (11,50%).

De França, que continua a ser a primeira nacionalidade a deslocar-se à Nazaré, os visitantes chegaram, por ordem de relevância, de Nouvelle Aquitaine (região de Bordéus) - 16%; Auvergne (região de Lyon) - 13%; Île-de-France (região parisiense) - 12,50%; Pays de la Loire (região de Nantes) - 11%; Occitanie (região de Toulouse) - 11% e Bretagne (região de Rennes) - 10%.

A estes dados, somam-se as visitas ao Forte de S. Miguel Arcanjo que alcançaram as 250 mil em 2018. Portugueses (88 mil visitantes) e brasileiros (21 mil visitantes) estão no topo das visitas ao monumento, a que não será indiferente o facto da Praia do Norte ter entrado na rota obrigatória de inúmeros surfistas de ambos os países, seguindo-se os franceses, espanhóis, Alemanha, Itália, Estados Unidos da América, Rússia, Reino Unido e Canadá.

Pelos registos de entrada, 108 nacionalidades visitaram aquele local, a onde se deslocaram cidadãos originários de países menos regulares na Região, tais como: Madagáscar, Bangladesh, Zimbabwe, Egipto, Tahiti, Indonésia, Nova Zelândia, Austrália, Japão, África do Sul, entre outros.

“Os dados evidenciam o momento alto de notoriedade que vivemos e confirmam que somos, cada vez mais, uma marca global”, refere Walter Chicharro, Presidente da Câmara da Nazaré, recordando que exemplo disso foi a “escolha das ondas da Nazaré para representar Portugal numa grande campanha de marketing do Turismo em Nova Iorque (Times Square), nos Estados Unidos”.

“A aposta no surf e na promoção das características únicas da Nazaré, como as tradições etnográficas e religiosas, mas também as ondas grandes geradas pelo canhão da Nazaré, um dos maiores desfiladeiros submarinos da Europa deram os seus resultados”.