Nazaré celebra a Páscoa com quatro dias dedicados à cultura e tradições
A Nazaré volta a celebrar a Páscoa com um programa diversificado que aposta na valorização das tradições locais, da cultura popular e da participação da comunidade, ao longo de quatro dias de iniciativas abertas ao público.
As comemorações arrancam a 2 de abril, Quinta-feira Santa, com um concerto de fado ao ar livre, marcado para as 21h30, junto à Praça Sousa Oliveira. A atuação de Cláudia Zarro e Hugo Faustino propõe um ambiente intimista, centrado numa das expressões culturais mais identitárias do país.
Na Sexta-feira Santa, o destaque vai para a animação na marginal, com início às 14h30. O “Mercado à Moda Antiga”, promovido pelo Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré, recria ambientes de outros tempos através da venda de produtos regionais e doçaria tradicional. Em paralelo, estarão disponíveis jogos tradicionais para utilização livre, incentivando o convívio entre diferentes gerações. A programação inclui ainda, pelas 22h00, a apresentação da peça “Nazaré, Histórias que Ficam!”, direcionada ao público infantil e centrada nas memórias e vivências da comunidade.
O sábado, 4 de abril, é dedicado ao folclore, com a realização do XXXVII Festival de Folclore do Rancho Folclórico Tá-Mar da Nazaré, a partir das 15h00. O evento integra um desfile e atuações de vários grupos provenientes de diferentes regiões do país, num momento de celebração da diversidade das tradições populares. À noite, a peça “Nazaré, Histórias que Ficam!” regressa para nova sessão.
O programa encerra no domingo de Páscoa, 5 de abril, com o Desfile Etnográfico, que vai já na 11.ª edição. Com início às 16h00, o cortejo percorre a marginal até à Praça Sousa Oliveira, reunindo figurantes, trajes e recriações que retratam práticas e ofícios tradicionais ligados à identidade local.
A iniciativa, promovida pelo Município em colaboração com associações locais, reforça a aposta na dinamização cultural e turística da Nazaré durante um dos períodos mais significativos do calendário, destacando o património imaterial e incentivando a vivência coletiva das tradições.
